Como Elaborar um Programa de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas?

Admissão e Onboarding no Agro Tudo o que você precisa saber Como Elaborar um Programa de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas? Você já parou para pensar no impacto que um programa de treinamento e desenvolvimento pode ter na sua empresa? Muitas vezes, o maior ativo de uma organização está nas pessoas que nela trabalham. No agro, isso não é tão diferente, as empresas que fornecem produtos ou serviços para o agronegócio dependem diretamente do conhecimento e das habilidades de seus colaboradores. Mas a pergunta é: como garantir que esse talento seja bem desenvolvido? Se você está buscando formas de elaborar um programa de treinamento e desenvolvimento, chegou ao lugar certo. Uma pesquisa de 2023 da The Josh Bersin Company revela que investir em treinamento e desenvolvimento de líderes é um diferencial competitivo muito importante. Empresas que adotam essa prática observam melhorias no engajamento e na produtividade dos seus colaboradores. Essas organizações superam seus concorrentes em desempenho financeiro e resiliência, criando um ambiente de trabalho mais motivador. Segundo pesquisa as empresas que investem em treinamento: Tem 3x mais chances de superar metas financeiras Tem 12x mais chances de reter e engajar colaboradores São 5x mais prováveis de inovar e lidar bem com as mudanças São 3x mais prováveis de satisfazer seus clientes: Neste artigo, vamos te mostrar um passo a passo, para criar um programa que realmente faça a diferença — tanto para os colaboradores quanto para os resultados da empresa. 1. Vamos levantar algumas informações! Antes de entrarmos de cabeça em qualquer tipo de treinamento, precisamos entender: do que, exatamente, sua equipe precisa? Não adianta oferecer uma capacitação fantástica em manejo de novas tecnologias agrícolas se o maior gargalo dos seus colaboradores for a gestão de equipes. Aqui, o primeiro passo é fazer um levantamento claro das necessidades da sua empresa e dos funcionários. Como? Existem algumas maneiras de fazer isso: Análise organizacional: Olhe para os objetivos da empresa e pergunte-se: quais competências são necessárias para alcançar essas metas? Se sua empresa está apostando em novas tecnologias no campo, por exemplo, será que seus colaboradores dominam essas inovações? Avaliação de desempenho: Revisar o desempenho atual dos colaboradores pode trazer à tona lacunas de conhecimento que precisam ser preenchidas. Às vezes, os colaboradores podem até estar fazendo o trabalho, mas será que estão fazendo da maneira mais eficiente possível? Feedback direto: Falar com os próprios colaboradores pode surpreender. Muitas vezes, eles mesmos sabem onde estão as dificuldades e o que pode ser melhorado. Essas informações ajudarão a traçar um panorama sobre as necessidades do time e guiar a criação do treinamento. 2. O que você quer alcançar? Vamos traçar alguns objetivos. Agora que você já sabe onde estão as lacunas, é hora de definir para onde quer ir. O que você quer alcançar com o programa de treinamento? Ter isso bem claro é fundamental. Se o objetivo é melhorar a eficiência no uso de maquinário agrícola, por exemplo, isso deve estar bem detalhado nos objetivos do programa. Objetivos organizacionais: O programa precisa estar alinhado às metas da empresa. Pense em como esse treinamento pode ajudar a aumentar a produtividade no campo, reduzir desperdícios ou melhorar a qualidade do serviço oferecido aos clientes. Objetivos de aprendizado: Aqui, o foco é no que os colaboradores devem ser capazes de fazer após o treinamento. Talvez seja adquirir uma nova habilidade técnica ou aprimorar competências comportamentais, como liderança e resolução de conflitos. Isso tudo deve ser mensurável. Ao definir esses objetivos, você garante que o treinamento será relevante, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. 3. E de que forma o conhecimento será transmitido? Com os objetivos definidos, chegou a hora de pensar no conteúdo. O que será ensinado e como? Aqui, é importante equilibrar competências técnicas e comportamentais. No setor agro, não basta apenas saber operar um maquinário ou entender de boas práticas de manejo; é preciso também saber liderar equipes, se comunicar de forma clara e lidar com conflitos no dia a dia. Técnicas: Dependendo da área, o foco pode ser no uso de softwares de gestão agrícola, operação de máquinas ou até mesmo no manejo de novas tecnologias, como drones e sensores de IoT no campo. Ofereça treinamentos práticos, que permitam aos colaboradores aprender na prática como aplicar esses conhecimentos. Comportamentais: Não subestime o poder de um bom treinamento de liderança. Em um setor como o agronegócio, onde a pressão é alta e os desafios são constantes, saber liderar bem é uma habilidade que não pode ser deixada de lado. Inclua no conteúdo temas como gestão de equipes, ética no trabalho, comunicação eficaz e gestão de conflitos. Uma abordagem equilibrada entre o desenvolvimento técnico e comportamental tende a gerar equipes mais preparadas para enfrentar qualquer desafio. 4. Execução do treinamento Planejar é importante, mas o verdadeiro valor do treinamento está na execução. Essa é a fase em que as ideias saem do papel e começam a impactar o dia a dia da equipe. Aqui, precisamos garantir que o treinamento não seja apenas teórico, mas que traga aplicação prática e direta ao trabalho dos colaboradores. Treinamento prático: No setor agro, onde o trabalho é muitas vezes “mão na massa”, uma abordagem prática faz toda a diferença. A criação de workshops, por exemplo, ou atividades “hands-on” em áreas agrícolas, pode garantir que o aprendizado seja realmente absorvido. Treinamento contínuo: Evite tratar o treinamento como um evento isolado. Para que ele seja eficaz, deve ser parte de uma jornada contínua. Isso significa acompanhar o progresso dos colaboradores e oferecer novas oportunidades de aprendizado ao longo do tempo. 5. Como saber se funcionou? De que adianta realizar um treinamento se não soubermos se ele trouxe resultados? Após a execução, devemos avaliar o impacto gerado. Para isso, acompanhe não só o feedback imediato dos participantes, mas também os efeitos práticos no ambiente de trabalho. Avaliação de desempenho: Monitore como os colaboradores aplicam o que aprenderam. Será que houve uma melhora na eficiência do uso de maquinário? O treinamento de liderança resultou em equipes mais coesas
Admissão e Onboarding no Agro – Tudo o que você precisa saber

Admissão e Onboarding no Agro Tudo o que você precisa saber Você já pensou no impacto que um processo de admissão e onboarding bem estruturado pode ter na produtividade da sua empresa? E mais: será que, ao contratar um novo colaborador, você está realmente garantindo que ele será integrado da forma certa para trazer os resultados esperados? Acompanhe esse artigo que no final iremos disponibilizar uma planilha gratuita para você organizar seu processo de admissão e onboarding em sua empresa. O mercado já sabe que não basta contratar; é preciso desenvolver, integrar e potencializar o talento. Este artigo é para você, profissional de RH que deseja melhorar seus processos de admissão e onboarding com estratégias mais corretas. Admissão A admissão é o primeiro ponto de contato formal entre a empresa e o colaborador, e não podemos subestimar sua importância. Para empresas no agronegócio, onde a competitividade é alta e o impacto da mão de obra certa pode ser te deixar na frente de muitos, acertar na admissão não pode ser deixado de lado. O que significa fazer uma boa admissão? Não se trata apenas de preencher documentos ou seguir o que a lei exige, embora isso seja essencial para evitar problemas futuros. A admissão é o momento em que a empresa demonstra seriedade, organização e clareza. Aqui é onde o colaborador começa a formar suas primeiras impressões sobre a cultura 1. Redigir a oferta de emprego Após negociar com o candidato e firmar o compromisso, a empresa deve comunicar a escolha. Os itens que compõem a proposta são estes: – Lista de documentos necessários;– Prazo para apresentar documentos;– Data do exame admissional;– Data do início da prestação de serviços;– Condições da contratação;– Aviso de que o não cumprimento implica possibilidade de desistência da oferta. Elaborar ContratoApós a aceitação da oferta, a empresa deve formalizar a relação de trabalho por meio de um contrato. Esse documento deve conter as condições acordadas, como cargo, salário, benefícios, jornada de trabalho, local de trabalho, e cláusulas específicas, como confidencialidade e período de experiência. O contrato deve estar de acordo com a legislação vigente e ser assinado por ambas as partes. Anotações na CTPSÉ obrigatório fazer o registro do colaborador na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). As anotações incluem o cargo, data de admissão, salário e condições de trabalho. Esse registro oficializa a relação de emprego e garante os direitos trabalhistas, como FGTS, férias, 13º salário e benefícios previdenciários. 4. Admissão no E-SocialA empresa deve registrar a admissão do funcionário no sistema do e-Social. Esse sistema unifica o envio de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais. O cadastro deve ser realizado antes do início das atividades do colaborador, garantindo que todos os dados estejam em conformidade com as obrigações legais e evitando penalidades. Quais os documentos obrigatórios na admissão? Os documentos obrigatórios na admissão de um colaborador podem variar dependendo das leis locais e políticas da empresa, mas os principais documentos exigidos geralmente são: Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) – para registro do contrato de trabalho. Documento de Identidade (RG) – para comprovação da identidade. Cadastro de Pessoa Física (CPF) – para fins fiscais. Título de Eleitor – obrigatório para maiores de 18 anos. Certificado de Reservista – para homens entre 18 e 45 anos. Comprovante de residência – para atualizar os dados de endereço. Carteira de Habilitação (CNH) – caso o cargo exija. Certidão de Nascimento ou Casamento – para fins de benefícios e registro. PIS/PASEP – se o trabalhador já tiver cadastro, para evitar duplicidade. Declaração de dependentes para Imposto de Renda – para definir a retenção do imposto. Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) – resultado do exame admissional, obrigatório por lei. Comprovante de escolaridade – conforme exigido pelo cargo. Carteira de vacinação (para alguns setores específicos) – em determinadas áreas, como saúde. Número do NIS (Número de Identificação Social) – caso o trabalhador já tenha sido registrado anteriormente. Esses documentos garantem que a contratação esteja de acordo com as obrigações legais e regulatórias. Dica Prática: Nunca peça por informações que possam constranger o colaborador, como exame de HIV, declaração do SPC, teste de gravidez e afins. Onboarding Se a admissão é o primeiro passo para integrar o colaborador, o onboarding é a fase em que ele efetivamente começa a “vestir a camisa” da empresa. Infelizmente, muitas empresas do agronegócio ainda veem o onboarding como uma mera formalidade, uma apresentação rápida da empresa e de seus produtos. Esse é um erro comum que pode prejudicar o desenvolvimento a longo prazo. O que é um onboarding? No agro, onde processos operacionais e logísticos podem ser mais complexos pelo tamanho das operações das empresas, é essencial que o onboarding vá além de uma simples apresentação. O colaborador precisa entender como sua função se encaixa no todo, quem são as partes interessadas, quais são as expectativas a curto e longo prazo, e, principalmente, como ele pode agregar valor ao negócio. Nós pensamos que: “O onboarding é como a irrigação em um campo recém-plantado. Se você distribuir a água da forma certa e no tempo certo, as raízes se fixam e a planta se desenvolve. Do contrário, o terreno pode ficar seco e o potencial daquele colaborador nunca será plenamente alcançado.” Um bom programa de onboarding pode durar semanas ou até meses, e deve incluir treinamentos, integração com diferentes áreas da empresa e feedbacks. Quanto mais bem estruturado for o onboarding, maiores as chances de o colaborador se sentir parte da equipe e entregar resultados rapidamente. Confira um passo a passo da maneira correta de como fazer um onboarding: 1. Pré-onboarding (Antes do Primeiro Dia) Confirmação de Contratação: Enviar uma carta de boas-vindas ou e-mail formalizando a contratação, detalhando as expectativas para o primeiro dia, horário, local de trabalho, e dress code. Preparação do Espaço de Trabalho: Providenciar as ferramentas necessárias (EPI, maquinário, dispositivos tecnológicos) e garantir que tudo esteja pronto. Treinamentos iniciais (Online ou Presenciais): Se houver treinamentos obrigatórios de segurança ou regulatórios, já podem ser enviados antecipadamente. Organização dos Documentos
Como Engajar sua Equipe no AGRO!

Como Engajar sua Equipe no AGRO! 5 dicas para aplicar na sua empresa. Você sabia que equipes altamente engajadas podem gerar uma lucratividade 21% maior para a empresa? Esse dado, revelado por um estudo da Gallup em 2020, já nos mostra o quanto o engajamento é vital para o sucesso de qualquer organização. E não para por aí: o envolvimento genuíno dos funcionários também resulta em uma queda de 81% no absenteísmo e 41% menos defeitos de qualidade. Esses números são mais do que impressionantes — são um sinal claro de que engajar sua equipe é um investimento estratégico. No agronegócio, onde o trabalho colaborativo é essencial para o bom funcionamento das operações, a falta de engajamento pode ser a diferença entre uma safra de sucesso e uma cheia de falhas. Por isso, engajar não é apenas uma boa ideia; é uma necessidade. Por que o engajamento é importante? O agronegócio, assim como qualquer outro setor, enfrenta o desafio constante de manter as equipes engajadas. De acordo com o Relatório da Gallup, 77% dos funcionários em todo o mundo não estão engajados ou estão ativamente desengajados. Esses números assustam porque nos fazem refletir: onde estamos errando? Por que tantos profissionais estão apenas “cumprindo tabela”? Agora, pense na equipe que você lidera. Se sua resposta à pergunta “Eles estão realmente engajados?” for um suspiro, é hora de reverter esse quadro. Dica 1: Crie um Propósito que Todos Enxerguem Você já deve ter ouvido isso antes, mas é impossível reforçar o suficiente: as pessoas precisam se sentir parte de algo maior do que elas mesmas. Em uma fazenda, por exemplo, o trabalho não se resume a apenas plantar e colher. O propósito pode ser a alimentação de milhões de pessoas, a preservação da terra para as futuras gerações ou a inovação sustentável no campo. O segredo? Fazer cada membro da equipe entender como o seu papel contribui para esse propósito. Não basta dizer; mostre. Dica 2: O Líder como um “Fazendeiro de Gente” Assim como o agricultor cuida da terra, um bom líder precisa cultivar sua equipe. Isso significa ser presente, ouvir de verdade e estar atento ao que motiva cada um. Aqui entra a metáfora da plantação: algumas pessoas precisam de mais “água” (atenção e reconhecimento), outras de mais “luz” (desafios). Engajar é uma prática diária e personalizada. Pergunte-se: Você conhece bem a “terra” onde sua equipe está plantada? A única maneira de saber é perguntar a eles. Um bate-papo casual pode revelar mais sobre o que realmente importa para os seus colaboradores do que meses de reuniões formais. Dica 3: Reconhecimento Constante, Mas Sincero Em vez de esperar o fim do ano para uma avaliação formal, por que não criar uma cultura de reconhecimento contínuo? Reconhecer o esforço de alguém não precisa ser uma produção hollywoodiana. Um simples “bom trabalho” pode fazer mais pelo engajamento do que qualquer discurso elaborado. O que importa é a sinceridade. Lembre-se de que as pessoas sabem quando você está apenas cumprindo formalidades. Uma pesquisa da ADP Research Institute revelou que apenas 18% dos trabalhadores brasileiros estão totalmente engajados com suas atividades. E sabe o que pode mudar isso? Pequenos atos de reconhecimento no dia a dia. Experimente e veja a diferença. Dica 4: Dê Autonomia e Confiança Se você deseja uma equipe verdadeiramente engajada, precisa soltar as rédeas. Claro, diretrizes são importantes, mas ninguém se sente motivado sendo controlado a cada passo. Permita que as pessoas tomem decisões, mostrem sua criatividade e assumam responsabilidades. Isso não só aumenta a confiança dos funcionários em si mesmos, como também em você como líder. Pergunte-se: “Eu estou permitindo que minha equipe se desenvolva ou estou segurando as rédeas por medo de erros?” Lembre-se: erros fazem parte do crescimento. Dica 5: Integração de Novos Colaboradores Você sabia que apenas 12% dos funcionários dizem que sua empresa faz um ótimo trabalho ao integrar novos contratados? Esse é um dos momentos mais importantes para o engajamento. Um programa de integração bem estruturado pode ser a diferença entre um colaborador desmotivado e um que veste a camisa desde o primeiro dia. Pense nisso como plantar uma semente: o solo onde a semente é plantada — o primeiro contato com a empresa — faz toda a diferença no crescimento da planta. Em resumo, colha o que você planta Se você está em busca de uma equipe verdadeiramente engajada, precisa investir no solo onde essas relações crescem. Engajar é um processo contínuo que exige dedicação, mas os frutos são valiosos. Como diria um velho ditado do campo, “a colheita é sempre mais abundante para quem cuida bem do plantio.” E você? Está pronto para arregaçar as mangas e engajar sua equipe de forma autêntica? Se sim, comece aplicando pelo menos uma dessas dicas ainda hoje. O que você pode mudar no seu estilo de liderança para cultivar uma equipe engajada?
Plano de Cargos e Salários no Agronegócio: Você está preparado para colher o que plantou?

Plano de Cargos e Salários no Agronegócio: Você está preparado para colher o que plantou? Imagine o seguinte: você tem a terra, tem a tecnologia, tem o maquinário de última geração. Tudo está alinhado para uma colheita recorde. Mas aí surge um problema: onde estão as pessoas certas para fazer tudo isso acontecer? O agronegócio é um jogo de alta pressão, e não é só de sementes e fertilizantes que se vive uma safra. A gestão de talentos se tornou o novo solo fértil para as empresas que querem crescer, e um bom plano de cargos e salários pode ser o segredo que você estava procurando – ou que talvez nem soubesse que precisava. Por que estamos falando sobre isso agora? Você já se perguntou por que algumas fazendas e empresas agrícolas parecem sempre atrair os melhores profissionais, enquanto outras vivem com dificuldade para manter suas equipes motivadas? Spoiler: não é só o salário. Hoje, o jogo mudou, e a nova safra de profissionais busca muito mais do que um pagamento no fim do mês. Querem propósito, crescimento, reconhecimento, e, claro, um plano de carreira que faça sentido. O plano de cargos e salários é o mapa que guia o caminho. Ele mostra onde cada profissional está, onde pode chegar, e qual a recompensa por trilhar esse percurso. Sem ele, sua empresa pode estar perdendo talentos tão rápido quanto a água escorre pelas mãos. O Grande erro: Tratar salário como insumo de baixa importância No agronegócio, estamos acostumados a pensar nos insumos: o melhor fertilizante, a semente de qualidade superior, a máquina mais eficiente. Mas, e o que estamos fazendo para cuidar do nosso maior insumo – as pessoas? Um plano de cargos e salários mal estruturado é como plantar sem cuidar do solo: você pode até colher, mas nunca vai ter o melhor resultado possível. Os erros mais comuns que vemos por aí: Promessas vazias: “Aqui tem chance de crescimento!” – mas sem nada concreto que explique como isso vai acontecer. Resultado? Frustração e alta rotatividade. Desconexão com a realidade do campo: Planos de cargos que parecem feitos para um escritório de São Paulo e não para uma fazenda no Mato Grosso. É preciso falar a língua do campo! Falta de reconhecimento de habilidades únicas: No agronegócio, a experiência prática vale ouro, mas muitas vezes isso não se reflete no plano de salários. Antes de começar seu Plano de Cargos e Salários faça essas 4 etapas: Competências: O mapeamento de competências é fundamental. Identifique as competências técnicas, comportamentais e organizacionais necessárias para cada cargo. Isso auxilia na definição das faixas salariais e no desenvolvimento da equipe. Descrição dos cargos: A criação de descrições de cargos detalhadas é essencial. Elas definem as responsabilidades, as competências necessárias e as expectativas para cada posição. Isso ajuda a estabelecer uma estrutura clara e a base para o plano de cargos e salários. KPI’s: Acompanhe o desempenho de forma consistente. Utilize indicadores de competência, performance, avaliação de desempenho e resultados de treinamentos para avaliar a eficácia do plano de cargos e salários. Pesquisa: Com a lista de cargos reestruturada e atualizada, é preciso entender como o mercado os remunera. Aqui, é ideal contratar uma consultoria especializada, que atenda empresas do mesmo ramo de atuação para que os resultados encontrados sejam mais pertinentes e certeiros. Ok, mas como estruturar isso na prática? Vamos direto ao ponto: criar um plano de cargos e salários não precisa ser um bicho de sete cabeças. Veja alguns passos essenciais para colocar a mão na massa: Mapeie tudo: Desenhe a estrutura de cargos da sua empresa como se fosse um mapa de plantação. Quem faz o quê, como e por que? Defina os cargos com clareza, mas evite burocratizar demais. Pesquise o mercado (E o seu próprio quintal): Nada de copiar e colar tabelas de outras empresas. Estude o mercado, mas também entenda o que seus próprios funcionários valorizam. Quem conhece o solo sabe onde pisar. Crie faixas salariais que fazem sentido: Coloque-se no lugar do colaborador: quanto você pagaria pelo conhecimento de campo, pela capacidade de resolver problemas com rapidez, ou pela habilidade em manusear tecnologias que nem todo mundo entende? Desenhe trilhas de carreira reais: Mostrar que o colaborador pode crescer é ótimo, mas tem que ser verdade. Descreva as trilhas de carreira de forma simples e clara, mostre os caminhos possíveis e o que é necessário para avançar. Comunique-se constantemente: Não deixe seu plano de cargos e salários escondido em um documento que ninguém lê. Fale sobre ele, mostre as oportunidades, atualize conforme o mercado muda. No agronegócio, o clima muda, as demandas mudam, e o seu plano também precisa mudar. A cereja do bolo: Os benefícios não-convencionais Além do salário, pense fora da caixa quando se trata de benefícios. No campo, um bom plano de saúde, auxílio para moradia e até pequenas coisas como internet na fazenda podem ser um atrativo e tanto. E que tal bonificar por inovação? A ideia que nasce do chão da fábrica pode ser a próxima grande economia da sua operação. Fechando a colheita: Você está pronto para competir pelo melhor talento? No final das contas, o plano de cargos e salários é mais do que um pedaço de papel ou um arquivo no computador. É a sua promessa para cada colaborador de que o trabalho dele importa, de que há um caminho a ser percorrido, e que os frutos desse trabalho serão colhidos de forma justa. No agronegócio, onde cada detalhe faz a diferença entre uma safra boa e uma safra excelente, a gestão de pessoas não pode ser deixada de lado. Então, a pergunta é: você está preparado para colher o que plantou?
Como implementar um conselho consultivo no agro?

Como implementar um conselho consultivo no agro? Guia sobre conselho consultivo no agronegócio. Que o agronegócio é gigante no brasil já sabemos, dentro deste setor, há empresas de fertilizantes, sementes, tecnologia, serviços, produtores e outras que movem o agro todos os dias, muitas das que estão em crescimento ou em consolidação nos perguntam constantemente “qual é a melhor hora de implementar um conselho consultivo?”, já que muitas dessas empresas estão adotando conselhos como uma ferramenta estratégica para alavancar seu crescimento e trazer inovação. Neste artigo, abordaremos como o setor de recursos humanos de empresas no agro pode liderar a implementação de um conselho consultivo, mostrando as melhores vantagens para o negócio. O que é um Conselho Consultivo? Um conselho consultivo é um grupo de especialistas externos, formado para fornecer orientação estratégica, aconselhamento e perspectivas independentes para a alta administração de uma empresa. Ao contrário de um conselho de administração, um conselho consultivo não tem responsabilidade fiduciária e suas recomendações não são vinculativas, no entanto, seu papel é orientar a empresa em decisões estratégicas, inovação e principalmente com mitigação de riscos. Atualmente são mais usados dois tipos de conselhos, o conselho consultivo interno e o externo, ambos respeitam as funções de aconselhamento da diretoria na empresa para a maior diferença é dada por quem está participando do conselho. Conselho interno vs Conselho externo: Um conselho interno é composto por membros que já fazem parte da organização, geralmente incluindo executivos, gerentes seniores e, em alguns casos, funcionários de diferentes áreas da empresa, já o conselho externo é composto por especialistas que não fazem parte da empresa, nesse caso são essas conselheiros que irão trazer perspectivas junto com idéias para oxigenar o negócio. Benefícios de um Conselho Consultivo no Agronegócio Líderes e diretores corporativos apontaram em uma pesquisa do The Alternative Board que 95,7% acreditavam que seu conselho consultivo agregava “valor real” aos seus negócios. A implementação de um conselho consultivo pode trazer inúmeros benefícios para empresas do agronegócio, incluindo: Visão externa: Conselheiros externos trazem perspectivas frescas e especializadas, muitas vezes identificando oportunidades e desafios que podem não ser evidentes para aqueles que estão imersos nas operações diárias. Inovação: A agricultura moderna é altamente dependente de tecnologia, desde a biotecnologia até a agricultura de precisão. Um conselho consultivo pode ajudar a empresa a explorar e adotar novas tecnologias que aumentam a eficiência. Mitigação de riscos: As empresas do agronegócio enfrentam riscos únicos, como mudanças climáticas, volatilidade dos preços das commodities e regulamentações ambientais. Conselhos consultivos podem ajudar a antecipar esses riscos e desenvolver estratégias de mitigação. Networking: Conselheiros experientes frequentemente têm redes de contatos valiosas que podem abrir portas para novas parcerias, mercados e oportunidades de crescimento. Como Estruturar um Conselho Consultivo A estruturação de um conselho consultivo envolve pelo menos essas 4 etapas: a) Definição dos objetivos Antes de formar o conselho, é essencial que a empresa defina claramente seus objetivos. Pergunte-se: o que a empresa espera alcançar com o conselho consultivo? Essas metas podem incluir expansão de mercado, inovação tecnológica, melhoria de processos operacionais, entre outros. b) Seleção dos membros A escolha dos membros é uma das etapas mais importantes. Para empresas do agronegócio, é recomendável selecionar membros com expertise em áreas como agronomia, biotecnologia, gestão de riscos, economia, e também em áreas transversais, como tecnologia da informação e regulamentações internacionais. Isso a AGROSearch pode te ajudar, clique aqui e saiba como. Critérios a considerar: Experiência setorial: Preferência por indivíduos com histórico comprovado em posições de liderança dentro do agronegócio. Diversidade de conhecimento: Inclua membros com diferentes áreas de especialização para garantir uma visão multidimensional dos desafios e oportunidades. Fit cultural: Os membros do conselho devem entender e alinhar-se com a cultura organizacional da empresa. c) Estabelecimento de Mandato e Responsabilidades O conselho consultivo deve ter um mandato claramente definido, detalhando suas responsabilidades, frequência de reuniões e o tipo de suporte esperado. Geralmente, conselhos consultivos se reúnem de três a quatro vezes por ano, mas a frequência pode variar dependendo das necessidades da empresa. d) Compensação e Incentivos Embora os conselheiros consultivos não tenham responsabilidades fiduciárias, é comum oferecer uma compensação financeira como forma de valorizar seu tempo e expertise. Além disso, incentivos não financeiros, como oportunidades de networking e participação em eventos do setor, também podem ser atraentes. Desafios para o Agronegócio Implementar um conselho consultivo no setor agropecuário apresenta desafios únicos que precisam ser considerados: Complexidade regulatória: As regulamentações no agronegócio variam significativamente entre regiões e produtos. Membros do conselho com experiência em regulamentações podem ser essenciais para garantir a conformidade e evitar penalidades. Volatilidade dos mercados: O preço das commodities agrícolas pode ser altamente volátil. Conselheiros com experiência em finanças e mercados de commodities podem fornecer insights valiosos para a gestão de riscos financeiros. Exemplos de Sucesso Para ilustrar a eficácia dos conselhos consultivos no agronegócio, considere os seguintes exemplos com os nomes de cada empresa preservados: Empresa A: Uma grande multinacional de fertilizantes formou um conselho consultivo composto por especialistas em biotecnologia e sustentabilidade. Isso ajudou a empresa a lançar uma linha de produtos eco-friendly, capturando uma fatia significativa do mercado voltado para a agricultura sustentável. Empresa B: Um fabricante de maquinário agrícola, diante da necessidade de inovar em tecnologias de automação, formou um conselho consultivo com especialistas em tecnologia e engenheiros de renome. O resultado foi o desenvolvimento de uma nova linha de tratores autônomos que se tornou líder de mercado. Passos para a Implementação: Para o setor de recursos humanos, a implementação de um conselho consultivo envolve várias etapas operacionais, como: Entender as necessidades da empresa: Colabore com as lideranças para identificar áreas onde o conselho consultivo pode agregar mais valor. Recrutamento e seleção: Encontre os melhores talentos para o conselho, considerando tanto a experiência técnica quanto a compatibilidade cultural, conte com especialistas como a AGROSearch para isso. Onboarding: Desenvolva um programa de onboarding para garantir que os novos conselheiros entendam a visão, missão e desafios da empresa.
Entendendo a Busca Ativa (Hunting Ativo) vs. Hunting Passivo no Recrutamento de Talentos para o Agronegócio

Entendendo a Busca Ativa (Hunting Ativo) vs. Hunting Passivo no Recrutamento de Talentos para o Agronegócio No mundo do recrutamento, especialmente em um setor especializado como o agronegócio, entender as diferentes abordagens para encontrar e atrair talentos é crucial. Dois métodos frequentemente utilizados são a Busca Ativa (Hunting Ativo) e o Hunting Passivo. Vamos explorar as diferenças, vantagens e contextos ideais para cada um desses métodos. Busca Ativa (Hunting Ativo) O que é? A Busca Ativa, ou Hunting Ativo, envolve uma abordagem proativa onde os recrutadores não esperam que os candidatos venham até eles. Em vez disso, eles vão atrás dos talentos, identificando e contatando profissionais que possuem as habilidades e experiências desejadas, mesmo que esses profissionais não estejam ativamente procurando emprego. Vantagens: Acesso a Talentos Passivos: Permite alcançar profissionais que estão empregados e não estão procurando ativamente por novas oportunidades, mas podem estar abertos a boas ofertas. Personalização: O recrutador pode personalizar a abordagem para cada candidato, destacando como a oportunidade pode atender às suas aspirações e necessidades. Rapidez: Pode acelerar o processo de recrutamento ao focar diretamente em candidatos qualificados. Contextos Ideais: Quando se busca preencher posições críticas e de alto nível que requerem habilidades e experiências específicas. Em mercados de trabalho competitivos onde os melhores talentos não estão ativamente procurando emprego. Hunting Passivo O que é? O Hunting Passivo, por outro lado, envolve uma abordagem reativa onde os recrutadores criam anúncios de emprego e aguardam que os candidatos interessados se candidatem. Este método depende da visibilidade e do alcance das postagens de vagas para atrair talentos. Vantagens: Economia de Tempo e Recursos: Requer menos esforço contínuo de pesquisa e contato direto. Volume de Candidatos: Pode atrair um grande número de candidatos, oferecendo uma ampla base de talentos para escolher. Facilidade de Implementação: Ideal para empresas que não possuem uma equipe de recrutamento dedicada para a busca ativa. Contextos Ideais: Quando se busca preencher posições de entrada ou níveis intermediários com uma ampla disponibilidade de candidatos. Em empresas ou setores onde há uma grande quantidade de profissionais ativamente procurando emprego. Entenda, ambos os métodos têm seu lugar e podem ser eficazes dependendo do contexto e das necessidades da empresa. No setor do agronegócio, onde a demanda por habilidades especializadas e conhecimento técnico é alta, uma combinação estratégica de Busca Ativa e Hunting Passivo pode ser a melhor abordagem. Utilizando a Busca Ativa para posições críticas e difíceis de preencher e o Hunting Passivo para uma base mais ampla de candidatos, é possível otimizar o processo de recrutamento e garantir que a empresa atraia e retenha os melhores talentos disponíveis. Exemplos de Aplicação no Agronegócio Busca Ativa (Hunting Ativo): Contatar diretamente agrônomos experientes através do LinkedIn, destacando projetos inovadores e oportunidades de crescimento na empresa. Participar de eventos e feiras do setor agro para network e identificar potenciais candidatos. Hunting Passivo: Publicar vagas de técnicos agrícolas em portais de emprego e redes sociais, detalhando as qualificações e benefícios. Utilizar plataformas de recrutamento e sites especializados no setor do agronegócio para alcançar um público maior. Compreender e aplicar essas estratégias de maneira eficaz pode transformar o recrutamento no agronegócio, garantindo que a empresa sempre tenha acesso aos melhores talentos do mercado.
Como construir uma equipe de alto desempenho no agro: Estratégias e melhores práticas.

Como construir uma equipe de alto desempenho no agro: Estratégias e melhores práticas. Do campo às grandes cidades, construir uma equipe de alto desempenho no agronegócio é fundamental para alcançar resultados excepcionais e garantir a sustentabilidade das operações, ainda mais para superar desafios de clima e quebras de safras que afetam diretamente a produtividade. A combinação de conhecimento técnico, habilidades de liderança e um ambiente de trabalho colaborativo são os pilares para o sucesso. Hoje vamos contar quais são os principais pilares para que sua empresa desenvolva uma equipe de alta performance: 1.Melhore a comunicação com a equipe A comunicação aberta na verdade é o mais importante! Utilize reuniões regulares e feedbacks com a equipe para garantir que todos estejam na mesma página. No agro, uma boa comunicação pode resolver problemas de logística e melhorar a coordenação na colheita ou atividades do dia dia, ter a comunicação eficaz, irá ajudar a equipe a se manter informada e coesa. 2.Crie metas e propósitos para cada um! Estabelecer metas que possam ser alcançáveis e propósitos compartilhados une toda a equipe em torno de objetivos comuns. No agronegócio, isso pode significar aumentar a eficiência da produção ou adotar práticas de incentivo para a toda a equipe, mantendo o time focado e engajado por mais tempo. Para criar metas mais certeiras, utilize a metodologia SMART Specifics (específicas): Defina metas claras como o que você quer alcançar, exemplo: aumentar a venda de insumos em 10% para a próxima safra. Mensuráveis: A meta deve ser quantificável, exemplo: pense que para atingir o aumento na venda de insumos seu time deve fechar mais quantos clientes por semana. Atingíveis: Tenha metas realistas, considerando os recursos disponíveis, metas muito audaciosas podem gerar um efeito reverso na sua equipe causando desmotivação. Relevantes: As metas devem ser importantes para o sucesso da equipe e da organização, reflita como essa meta irá melhorar a empresa por inteiro. Temporais: Defina um prazo para alcançar as metas, como por exemplo de demos acima que era aumentar a em 10% para a próxima safra. 3.Invista em aprendizado e desenvolvimento Ambiente de aprendizagem: Crie um ambiente que valorize o aprendizado contínuo e incentive a busca por novas informações e conhecimentos. Investimento em capacitação: Ofereça oportunidades de treinamento e desenvolvimento para que os colaboradores possam aprimorar suas habilidades. Compartilhamento de conhecimento: Incentive a troca de conhecimento entre os membros da equipe através de workshops, palestras e projetos em conjunto. 4.Reconhecimento e Valorização Reconhecer o desempenho dos funcionários não pode ser deixado de lado! Programas de bonificações incentivam a produtividade e mantêm a moral alta, como no contexto agro, bonificações podem ser vinculadas ao rendimento das safras, à redução de desperdícios ou até mesmo comissionada a vendas. Mas o que irá realmente segurar seu time a longo prazo é o desenvolvimento de um plano de carreira, esse será incentivador a longo prazo que fará sua equipe querer manter carreira na sua empresa. 5.Utilize um programa de gestão da equipe Não é porque sua empresa é do agro que seu cronograma de tarefas deve estar em uma folha de papel ou em um post-it. Ferramentas de gestão de equipe ajudam a organizar e monitorar o desempenho de cada colaborador em tempo real, além de existirem vários softwares gratuitos, os sistemas de gestão ajudam a acompanhar o progresso da produção e identificar áreas de melhoria. 6.Recrute as pessoas certas para cada função Contratar pessoas com as habilidades e experiências é o que irá manter sua empresa no longo prazo, isso pode significar encontrar veterinários, especialistas em mercado ou diretores irão vestir a camisa e talvez mudar a realidade do seu negócio. A AGROSearch se destaca no recrutamento e seleção no agro desde toda sua diretoria em cargos C-Level e de vice-presidência, na média gestão em cargos de gerentes, especialistas e supervisores, até mesmo em posições de alto volume e força de vendas, utilizando testes de perfil, comportamentais ou de liderança para garantir que cada membro da equipe seja ideal para sua função, mas você sabe como fazer uma seleção completa? Para isso vamos te dar mais 3 dicas rápidas: Perfil completo: Busque profissionais com conhecimento técnico seja no agro ou áreas próximas, habilidades de comunicação, trabalho em equipe e adaptabilidade às mudanças constantes do setor. Cultura da empresa: Avalie a compatibilidade dos candidatos com a cultura da empresa e os valores da equipe. Potencial de desenvolvimento: Invista em pessoas com potencial de crescimento e que estejam dispostas a aprender e se desenvolver continuamente. Lembre-se: Uma equipe de alto desempenho no agro exige um esforço e a implementação dessas e outras estratégias, ao investir no desenvolvimento do time, na comunicação, na cultura organizacional e na tecnologia, é possível criar equipes altamente engajadas e capazes de vencer os desafios e alcançar os melhores resultados. Qual é o seu maior desafio ao construir uma equipe de alto desempenho no seu negócio?
Como preparar sua empresa no agro para o futuro com planejamento de sucessão?

Como preparar sua empresa no agro para o futuro com planejamento de sucessão? Aprenda sobre planejamento de sucessão no agronegócio. Como preparar sua empresa no agro para o futuro com planejamento de sucessão? Já pensou em quem serão as pessoas que estarão na diretoria da sua empresa no futuro? Essa é uma pergunta muito feita por gestores, mas também muito pouco pensada, pois com toda a correria do dia a dia, nunca sobra tempo para planejar o longo prazo. Uma estratégia para garantir a continuidade e o crescimento é o planejamento de sucessão, este processo não apenas assegura que a empresa estará em boas mãos no futuro, mas também ajuda a identificar e desenvolver líderes dentro da organização. A importância do planejamento de sucessão O planejamento de sucessão é um processo contínuo que identifica e desenvolve talentos para ocupar posições dentro da organização, ele é importante por essas razões: Continuidade operacional: Garantir que a empresa continue operando sem interrupções em caso de saída de líderes. Desenvolvimento de talentos: Proporciona um caminho claro para o desenvolvimento de talentos internos, aumentando o engajamento e retenção de funcionários. Preparação para o futuro: Ajuda a organização a se preparar para desafios futuros, desenvolvendo a liderança. Resiliência organizacional: Aumenta a capacidade da empresa de responder a mudanças e crises com uma liderança preparada e qualificada. Vamos ver na prática? Para ficar mais fácil de entender, nós preparamos um passo a passo para implementação de um plano de sucessão e usaremos a estrutura organizacional de uma fazenda como forma de exemplo, vamos lá? Passo a passo para implementar um plano de sucessão eficaz para uma fazenda: O planejamento de sucessão em uma fazenda pode ser um desafio particular devido às suas características. No entanto, seguir um plano estruturado pode fazer toda a diferença, na hora de buscar um time sucessor, para isso você deve: Avaliar Necessidades Futuras Identificar Talentos Internos Desenvolver Talentos Criar um Plano de Ação Monitorar e Ajustar Desafios do plano de sucessão Embora o planejamento de sucessão seja importante para a continuidade e sucesso das operações, ele não está isento de desafios, por isso você deve conhecer esses obstáculos e estar preparado para enfrentá-los. Resistência à Mudança: Muitos funcionários podem ser resistentes a mudanças, especialmente quando se trata de novas lideranças. Superar essa resistência exige comunicação clara e envolvimento de todos os níveis da organização. Falta de Recursos: Implementar um plano de sucessão eficaz pode requerer investimentos em treinamento e desenvolvimento, o que pode ser um desafio para algumas organizações. Identificação de Talentos: Encontrar e reter talentos com potencial para liderança pode ser difícil, especialmente em setores competitivos como o agro. Benefícios do Planejamento de Sucessão Desenvolver um plano de sucessão traz inúmeros benefícios para a organização: Continuidade das Operações: Garante que a empresa continue operando eficientemente, mesmo durante transições de liderança. Retenção de Talentos: Funcionários veem oportunidades de crescimento e desenvolvimento, o que aumenta a retenção. Preparação para o Futuro: A empresa está preparada para enfrentar desafios futuros com uma liderança bem treinada e capacitada. Melhoria da Cultura Organizacional: Promove uma cultura de desenvolvimento contínuo e preparação. Quais seriam as melhores ferramentas? Para conseguir desenvolver melhor seu plano de sucessão, você deverá entender que existem ferramentas que irão te ajudar a visualizar sua equipe de forma mais estratégica, assim você consegue conhecer melhor cada um e ainda fazer uma melhor escolha ainda mais assertiva! Algumas dessas ferramentas são: PEAKS PEAKS é a mais completa metodologia de avaliação desenvolvida pela Research Communication International (RCI), onde apenas especialistas certificados podem realizar a avaliação PEAKS, garantindo a precisão e a qualidade do processo. Esse teste é destinado a cargos executivos (C-level e Gerência), avalia cinco dimensões chave para a liderança eficaz, mapeando 25 características vinculadas ao cargo, onde permite uma visão holística do período de vida do colaborador na empresa: curto, médio e longo prazo, além ferramenta estratégica para o plano de desenvolvimento individual. Líder Profile O Líder Profile é recomendado para todos os cargos de liderança, especialmente coordenação e supervisão, esse teste oferece muitos insights mais aprofundados do que o próprio DISC. Essa é uma ferramenta abrangente que permite dar uma visão de pontos de melhoria Seus benefícios incluem a criação de programas de desenvolvimento focados em fortalecer habilidades de liderança, identificação de perfis adequados a diferentes funções e desafios, e auxílio na criação de planos de sucessão mais eficazes, promovendo o engajamento e a satisfação dos colaboradores. Ao utilizar testes comportamentais, a empresa pode garantir que os candidatos selecionados possuem não apenas as habilidades técnicas, mas também as competências comportamentais necessárias para liderar a organização a longo prazo. KPI Os KPIs (Key Performance Indicators) são bons para planejar carreiras e desenvolver equipes, avaliando desempenho, desenvolvimento pessoal e engajamento, isso podemos implementar facilmente no no agronegócio, os KPIs medem eficiência operacional e produtividade, com indicadores como rendimento de cada colaborador ou engajamento na equipe. Para planejamento de carreira, os KPIs identificam áreas de melhoria e oportunidades de crescimento, orientando planos personalizados, além disso, é possível medir engajamento e coesão das equipes. Como aplicar os testes? Agora que você entende que existem essas ferramentas, pense em aplicá-las com uma empresa que entende do agro, como a AGROSearch, onde somos a única consultoria no agronegócio que realiza testes comportamentais tão completos como o PEAKS. Quer saber mais, clique aqui. O Papel da AGROSearch Strategy A AGROSearch Strategy é uma divisão especializada em recrutar líderes altamente qualificados para posições de alta gestão, como C-Level, Vice-Presidência e Diretoria, com uma metodologia única e sigilo total, a divisão Strategy oferece diversos benefícios como: Expertise Setorial: Compreensão das necessidades e desafios do setor do agronegócio, conhecendo cada setor e cargo ocupado. Rede de Talentos: Acesso ao maior banco de talentos do agronegócio, com mais de 55.000 candidatos triados pela AGROSearch. Confidencialidade e Sigilo: Garantia de discrição em todos os processos, preservando a integridade da empresa e dos candidatos. Preparar sua organização para o futuro com um planejamento de sucessão é um investimento que não pode ser deixado de lado,
Como Chamar Atenção ao Divulgar uma Vaga no Agro

Como chamar atenção ao divulgar uma vaga no agro? Aprenda a melhorar a atratividade das vagas no seu agronegócio. Encontrar e atrair talentos qualificados no setor agrícola pode ser uma tarefa desafiadora. Com a crescente demanda por profissionais especializados, é importante que as empresas saibam como destacar suas vagas para atrair os melhores candidatos. Neste artigo, vamos explorar estratégias eficazes para divulgar uma vaga no agronegócio e garantir que você consiga captar os talentos certos para sua organização. A dificuldade de encontrar candidatos no agronegócio brasileiro. A falta de profissionais realmente qualificados é uma das principais dificuldades no recrutamento no agronegócio brasileiro. O setor exige não apenas conhecimento técnico, mas também habilidades de gestão, entendimento do mercado, visão econômica e, principalmente, competências em comunicação e liderança. Esses requisitos tornam a busca por candidatos um verdadeiro desafio, mas não impossível. Com as estratégias corretas, é possível atrair profissionais que se encaixem perfeitamente nas necessidades da sua empresa. Dicas para chamar atenção ao divulgar uma vaga no agro. Definição Clara do Cargo Uma descrição clara e detalhada do cargo é o primeiro passo para atrair candidatos qualificados, certifique-se de incluir: Responsabilidades e Atividades Diárias: Explique detalhadamente as tarefas e responsabilidades do cargo. Necessidades do Setor: Aborde exigências específicas do agronegócio, como manejo de culturas ou gestão de equipes no campo. Requisitos e Qualificações Liste as habilidades técnicas e experiências necessárias para o cargo. Especifique as formações acadêmicas desejadas e qualquer certificação relevante. Por exemplo, se a vaga exige conhecimento em manejo de culturas específicas ou experiência com maquinário agrícola avançado, destaque esses pontos. Benefícios e Condições de Trabalho Descreva os benefícios oferecidos pela empresa, como plano de saúde, vale-alimentação, transporte e bonificações. Informe sobre as condições de trabalho, incluindo horário, localização e qualquer flexibilidade oferecida. Se a vaga não for sigilosa, mencione detalhes como proximidade de grandes centros ou se há a possibilidade de home office para certas funções administrativas. Cultura e Valores da Empresa Destaque os valores da sua empresa e a cultura organizacional. Explique como é o ambiente de trabalho e quais são os princípios que guiam as operações diárias. Isso ajuda a atrair candidatos que se alinham com a visão e missão da empresa, contribuindo para uma equipe mais coesa e motivada. Plano de Carreira e Desenvolvimento Apresente oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional dentro da empresa. Mostre que você valoriza o desenvolvimento contínuo dos seus colaboradores e ofereça uma visão clara de como a carreira do candidato pode evoluir na organização. Critérios de Avaliação Transparência no processo seletivo pode facilitar o engajamento do candidato, com: Critérios Claros: Liste as habilidades e experiências que serão avaliadas. Processo Seletivo: Descreva as etapas do processo, como entrevistas e testes práticos. Remuneração Competitiva Pesquise o mercado e defina uma faixa salarial atrativa e compatível com o cargo. Oferecer uma remuneração competitiva é essencial para atrair bons profissionais. Além do salário, considere benefícios adicionais que possam ser atraentes, como participação nos lucros ou bônus por desempenho. Estratégia de Divulgação Escolha os canais certos para divulgar sua vaga: Plataformas Online: Utilize sites de emprego especializados e redes sociais profissionais. Feiras e Eventos: Participe de feiras agrícolas e eventos do setor. Parcerias: Colabore com instituições de ensino e associações do agronegócio. Ferramentas de Seleção Garanta que você possui as ferramentas necessárias para realizar a triagem e avaliação dos candidatos de forma eficiente. Utilize softwares de recrutamento para filtrar currículos e realizar testes de habilidades. Isso agiliza o processo e aumenta a precisão na escolha dos candidatos mais qualificados. Equipe de Recrutamento Preparada Certifique-se de que sua equipe está pronta para o desafio: Treinamento: Invista na capacitação da equipe de recrutamento que conheça as demandas do cargo e as especificidades do setor que sua empresa está inserida. Experiência do Candidato: Garanta que os candidatos tenham uma experiência positiva durante o processo seletivo. Divulgar uma vaga no agronegócio requer uma abordagem estratégica, desde a definição clara do cargo até a utilização de ferramentas adequadas para a seleção, para garantir que você atraia os melhores talentos. Lembre-se de que a transparência, a clareza e a valorização do candidato são importantes para destacar sua vaga e construir um time mais forte. Como a maior consultoria de recrutamento e seleção na América Latina, a AGROSearch está aqui para ajudar você a encontrar o candidato ideal para o seu negócio. Com uma equipe altamente qualificada e ferramentas avançadas, garantimos um processo seletivo eficiente e preciso, conectando sua empresa aos melhores talentos do agronegócio.
Conheça as tendências e práticas mais recentes no mercado de trabalho agro brasileiro.

Conheça as tendências e práticas mais recentes no mercado de trabalho agro brasileiro. Desafios e Oportunidades no Mercado de Trabalho do Agronegócio Recentemente, nosso CEO, André Ceruzi, participou do podcast “Negócios do Agro”. Durante a entrevista, André compartilhou insights valiosos sobre o mercado de trabalho no agronegócio, os desafios da mão de obra qualificada com soft skills, estratégias para encontrar as pessoas certas no setor e um pouco sobre sua trajetória na AGROSearch. Mercado de Trabalho no Agronegócio: Um Panorama Atual O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira, responsável por uma parcela significativa do PIB e das exportações do país. Contudo, o setor enfrenta desafios constantes, especialmente no que diz respeito à qualificação da mão de obra. André destacou que, embora haja uma abundância de profissionais técnicos, existe uma lacuna nas chamadas “soft skills” – habilidades comportamentais que são cruciais para a gestão eficiente e a inovação no campo. Desafios da Mão de Obra Qualificada Para André, a combinação de habilidades técnicas com soft skills é importante para o sucesso no agronegócio, ele explicou que a AGROSearch tem investido pesadamente em programas de treinamento e desenvolvimento para ajudar os profissionais a desenvolver essas habilidades. Ficou curioso? Assista a entrevista completa: A participação de André Ceruzi no podcast “Negócios do Agro” foi uma oportunidade para compartilhar conhecimentos e inspirar profissionais do setor. Suas perspectivas sobre a importância das soft skills, as estratégias de recrutamento da AGROSearch e sua trajetória pessoal oferecem um guia para aqueles que desejam crescer no mercado de trabalho do agronegócio.
